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BRASIL, Sudeste, Mulher, de 26 a 35 anos, Portuguese, Arte e cultura, Livros, Música
 

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Fotos atrasadas do meu Reveillon, entre família e amigos!!!



Escrito por Vivi às 13h30
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Dinheiro perdido,nada perdido; saúde perdida,muito perdido;caráter perdido,tudo perdido (provérbio tibetano)



Escrito por Vivi às 13h10
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Adele canta super bem...



Escrito por Vivi às 12h47
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Escrito por Vivi às 12h46
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Escrito por Vivi às 12h58
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15 de Novembro de 1889

Marechal Deodoro da Fonseca

"Digam ao povo brasileiro que a República está feita"




Escrito por Vivi às 15h02
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Luz na escuridão?

Um dia, um menino de 3 anos estava na oficina do pai, vendo-o fazer arreios e selas. Quando crescesse, queria ser igual ao pai.

Tentando imitá-lo, tomou um instrumento pontudo e começou a bater numa tira de couro. O instrumento escapou da pequena mão, atingindo-lhe o olho esquerdo.

Logo mais, uma infecção atingiu o olho direito e o menino ficou totalmente cego.

Com o passar do tempo, embora se esforçasse para se lembrar, as imagens foram gradualmente desaparecendo e ele não se lembrava mais das cores.

Aprendeu a ajudar o pai na oficina, trazendo ferramentas e peças de couro. Ia para a escola e todos se admiravam da sua memória.

De verdade, ele não estava feliz com seus estudos. Queria ler livros. Escrever cartas, como os seus colegas.

Um dia, ouviu falar de uma escola para cegos. Aos dez anos, Louis chegou à Paris, levado pelo pai e se matriculou no instituto nacional para crianças cegas.

Ali havia livros com letras grandes em relevo. Os estudantes sentiam, pelo tato, as formas das letras e aprendiam as palavras e frases.

Logo o jovem Louis descobriu que era um método limitado. As letras eram muito grandes. Uma história curta enchia muitas páginas.

O processo de leitura era muito demorado. A impressão de tais volumes era muito cara. Em pouco tempo o menino tinha lido tudo que havia na biblioteca.

Queria mais. Como adorava música, tornou-se estudante de piano e violoncelo.


O amor à música aguçou seu desejo pela leitura. Queria ler também notas musicais.

Passava noites acordado, pensando em como resolver o problema.

Ouviu falar de um capitão do exército que tinha desenvolvido um método para ler mensagens no escuro.

A escrita noturna consistia em conjuntos de pontos e traços em relevo no papel. Os soldados podiam, correndo os dedos sobre os códigos, ler sem precisar de luz.

Ora, se os soldados podiam, os cegos também podiam, pensou o garoto.

Procurou o capitão Barbier que lhe mostrou como funcionava o método. Fez uma série de furinhos numa folha de papel, com um furador muito semelhante ao que cegara o pequeno.

Noite após noite e dia após dia, Louis trabalhou no sistema de Barbier, fazendo adaptações e aperfeiçoando-o.

Suportou muita resistência. Os donos do instituto tinham gasto uma fortuna na impressão dos livros com as letras em relevo. Não queriam que tudo fosse por água abaixo.


Com persistência, Louis Braille foi mostrando seu método. Os meninos do instituto se interessavam.

À noite, às escondidas, iam ao seu quarto, para aprender. Finalmente, aos 20 anos de idade, Louis chegou a um alfabeto legível com combinações variadas de um a seis pontos.

O método Braille estava pronto.


O sistema permitia também ler e escrever música.

A ideia acabou por encontrar aceitação. Semanas antes de morrer, no leito do hospital, Louis disse a um amigo:

"Tenho certeza de que minha missão na Terra terminou."


Dois dias depois de completar 43 anos, Louis Braille faleceu.

Nos anos seguintes à sua morte, o método se espalhou por vários países.

Finalmente, foi aceito como o método oficial de leitura e escrita para aqueles que não enxergam.

Assim, os livros puderam fazer parte da vida dos cegos. Tudo graças a um menino imerso em trevas, que dedicou sua vida a fazer luz para enriquecer a sua e a vida de todos os que se encontram privados da visão física.




Há quem use suas limitações como desculpa para não agir nem produzir.

No entanto, como tudo deve nos trazer aprendizado, a sabedoria está, justamente, em superar as piores condições e realizar o melhor para si e para os outros.


Autor:
Equipe de Redação do Momento Espírita - do Livro das Virtudes II


OBS: Copiei do blog Café da manhã... ou Chá das cinco (excelente!!!)!

 



Escrito por Vivi às 14h56
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Um exemplo de cidadania...



Escrito por Vivi às 14h50
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Música romântica para adoçar o final de semana...



Escrito por Vivi às 13h03
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Ansiosa para chegar 2012...

The Hobbit OFFICIAL trailer (HD)



Escrito por Vivi às 21h13
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Alerta sobre os pequenos grandes consumidores!
Documentário mostra como a ‘febre das compras’ aumenta cada vez mais o risco de obesidade e infelicidade entre crianças.

POR CLARISSA MELLO

Rio – Com apenas 4 ou 5 anos, elas vão maquiadas à escola. Muitas deixam de brincar de correr porque estão de salto alto. Assim como seus amiguinhos, sabem de cor o nome das marcas dos celulares no mercado, mas não têm a menor ideia do que é uma minhoca. É o que mostra o documentário ‘Criança, a Alma do Negócio’.

“O documentário reflete o comportamento da criança brasileira hoje. No filme, mostramos abobrinhas e chuchus às crianças e perguntamos o que era. Elas não sabiam”, conta Gabriela Vuolo, coordenadora do projeto Criança e Consumo do Instituto Alana, que apoiou a realização do filme. “Em compensação, sabem tudo sobre salgadinhos”, diz  Clarissa.

Assistam o documentário: http://www.alana.org.br/CriancaConsumo/Biblioteca.aspx?v=8&pid=40

Criança tem que ser criança!

 

Obs: Copiei do blog da Fran.



Escrito por Vivi às 12h50
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Escrito por Vivi às 23h16
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Beth, vamos sentir saudades de você...

Que as lágrimas não nos impeçam de nos lembrar...


 

Que as lágrimas não nos impeçam de nos lembrar que uma pessoa que chega na nossa vida é um presente que nos foi oferto.

Há presentes assim valiosos que não duram muito, quando nossos corações desejariam que durassem eternamente e ignoramos por que eles se vão quando a vida parece apenas começar.

Mas se nos perdemos nesse mundo de questões sem respostas, a dor será muito maior que as lembranças de tudo o que a vida nos permitiu juntos enquanto durou a caminhada na terra.

Se tivéssemos que voltar atrás, teríamos preferido não ter encontrado, não ter conhecido, somente por que não pudemos guardá-lo no nosso seio mais tempo?

Não...

O vento passa, mas nos refresca; a chuva vem e vai, mas sacia a terra. O importante mesmo não é a quantidade de tempo que as coisas ou pessoas duram, mas a riqueza que elas trazem à nossa alma, o amor que nos permitimos dar e o que aceitamos receber.

As dores das partidas definifivas são indizíveis, indefiníveis, mas que elas nunca nos impeçam de nos lembrar da vida compartilhada.

Que as lágrimas não nos impeçam de sorrir novamente um dia quando a dor for mais amena e as lembranças felizes começarem a voltar, como as flores no jardim a cada primavera.

A eternidade existe para que esperemos por ela, para que tenhamos o consolo de saber que um dia, se o Deus-Pai permitir, Ele que nos ama de amor infinito, poderemos novamente nos encontrar.


Letícia Thompson




Escrito por Vivi às 12h44
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Correr o Risco


Rir é correr o risco de parecer tolo.

Chorar é correr o risco de parecer sentimental.
Estender a mão é correr o risco de se envolver.
Expor seus sentimentos é correr o risco de mostrar seu verdadeiro eu.
Defender seus sonhos e ideias diante da multidão é correr o risco de perder as pessoas
Amar é correr o risco de não ser correspondido.
Viver é correr o risco de morrer.
Confiar é correr o risco de se decepcionar.
Tentar é correr o risco de fracassar.
Mas devemos correr os riscos, porque o maior perigo é não arriscar nada.
Há pessoas que não correm nenhum risco, não faz nada, não têm nada e não são nada.
Elas podem até evitar sofrimentos e desilusões, mas não conseguem nada, não sentem nada, não mudam, não crescem, não amam, não vivem.
Acorrentadas por suas atitudes, elas viram escravas, privam-se de sua liberdade.
Somente a pessoa que corre riscos é livre!

(Henry Ford)



Escrito por Vivi às 11h39
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Mais uma de Fernando e Sorocaba!!!



Escrito por Vivi às 23h08
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